loader

Bem-vindo a
Odonto Leis


Clínica do Sorriso - Brooklin




OdontologiaEstética e Reabilitação

 


Nosso objetivo número um é garantir que cada um de nossos pacientes fiquem 100% felizes e com um sorriso branco, brilhante em seu rosto!





OrtodontiaPrótese

 


Em nosso consultório você sempre encontrará uma equipe acolhedora, especializada e profissional que vai garantir uma visita super agradável ao seu dentista!





ImplanteClínica geral

 


Aqui na Odontoleis, nossos pacientes vêm em primeiro lugar! Além de uma equipe muito simpática, temos uma instalação extremamente limpa e excelente atendimento ao cliente.





Odontopediatria Endodontia

 


A empresa é tão forte quanto a equipe por trás dela!
Conheça nossa equipe e descubra porque somos apaixonados pelo que fazemos.





PeriodontiaCirurgia oral

Nossa missão é manter a saúde, a beleza e a alegria no sorriso de nossos pacientes

Dra. Monike Leis

Clínica Geral, CRO-SP: 79.907


Quem somos

A ODONTOLEIS é uma clínica dentária localizada na região do Brooklin que reúne um time de profissionais experientes nos principais serviços odontológicos: Ortodontia, Prótese, Implante, Clínica geral, Odontopediatria, Endodontia, Periodontia, Cirurgia oral, Estética e Reabilitação.



A ODONTOLEIS fica localizada Vila Cordeiro, Zona Sul de São Paulo, na região do Brooklin, próximo ao encontro da Av. Morumbi com a Av. Santo Amaro!

Clínica geral

Estética e Reabilitação

Prótese

Equipe Médico-Dentária

Atendimentos

Nossa Equipe é formada por especialistas altamente experientes e qualificados para o tratamento específico que você necessita!


Clínica geral

Clínica geral

Cirurgia Oral

Odontologia é a área da saúde humana que estuda e trata do sistema estomatognático - compreende a face, pescoço e cavidade bucal, abrangendo ossos, musculatura mastigatória, articulações, dentes e tecidos. Por saúde oral, entende-se a ausência de doença estomatológica, bem como a correta função, estabilidade e até mesmo estética de todo o sistema estomatognático. É hoje certo e sabido que a saúde oral tem sérias implicações na saúde humana, sendo as duas indissociáveis.

Cirurgia oral

Cirurgia oral

Cirurgia Oral

Essa é a especialidade odontológica responsável pelo tratamento de problemas relacionados aos dentes e ossos da região da face, que vai desde a remoção de dentes inclusos (como o siso), até a realização de enxertos ósseos e posterior colocação de implantes, além de intervenções em alterações patológicas, malformações estruturais e traumas dos ossos da face.


Tipos de cirurgias

Traumatologia: politraumatismo de face. Utilizam-se fixações internas rígidas com placas e parafusos nos ossos para fraturas nos ossos da face.

Cirurgia oral menor: remoção dentes inclusos, apicectomias, frenectomias e exodontias.

Implantodontia: planejamento e colocação de implantes nos ossos, os quais substituirão o lugar dos dentes perdido.

ATM: cirurgia de acesso para tratamento de patologias na articulação .

Patologia Cirúrgica: remoção de lesões.

Cirurgia Pré-Protética: retirada de fragmentos do osso ilíaco para enxerto nos maxilares, visando aumentar o rebordo alveolar, que poderá, então, suportar uma futura prótese sobre implantes ou repor osso em grandes fraturas.

Limpeza

Limpeza ou Profilaxia dental

Cirurgia Oral

Dois problemas importantes de higiene dental são o controle da placa e o tártaro. Em geral, os pacientes confundem placa e tártaro e a relação dentre eles.


Placa

A placa é um depósito de bactérias incolor e pegajoso formada na superfície dos dentes. Ela é resultado da combinação de saliva, comida e fluidos que se acumula nos dentes e na sua união com as gengivas.

O acúmulo de placa pode favorecer a formação de manchas nos dentes e é a principal causa da doença das gengivas. O controle da placa faz parte essencial da boa higiene bucal. A placa pode favorecer ao desenvolvimento de cárie, condição que enfraquece seus dentes.

A formação da placa pode iniciar entre 4 a 12 horas depois da escovação, por isso é importante escovar os dentes pelo menos duas vezes por dia e usar fio dental quotidianamente. Embora a escovação seja necessária, não é suficiente para controlar a placa; por isso você deve se certificar de usar fio dental todos os dias .


Tártaro

O tártaro, também chamado de cálculo, é um depósito duro que pode manchar e descolorir os dentes. O tártaro acumula-se nos dentes em forma de cristais de cálcio fósforo. Esses , com o passar do tempo ficam endurecidos na placa para formar o cálculo. Há determinados químicos, chamados de pirofosfatos, que ajudam a diminuir o acúmulo do cálculo, já que param e previnem o crescimento dos cristais na superfície dos dentes. O tártaro adere-se de tal maneira no dente que somente pode ser retirado por um profissional. A formação do cálculo dificulta a remoção da bactéria de placa nova; por isso o tártaro pode trazer problemas piores.


Saúde dental preventiva

A placa e o tártaro não afetam a todas as pessoas da mesma forma; há uma significativa diferença na susceptibilidade e na resistência entre as pessoas. Para alguns, esses depósitos crescem muito mais rápido com o passar dos anos. No entanto, há diversas formas de mudar sua rotina de higiene dental para ajudar a proteger seus dentes do acúmulo da placa e o tártaro.

Os dentistas recomendam uma limpeza profissional a cada seis meses ou mais. 

Escovar-se os dentes com pasta de dente que contenha pirofosfato.

Tratamentos

Áreas de atuação, procedimentos e técnicas que reunimos para alegrar o seu sorriso!


Estética Dentária

Estética e Reabilitação

A Clínica ODONTO LEIS oferece também vários tratamentos estéticos dentários. Desde clareamento dental, desentortar os dentes, fechar espaços e outros problemas que tenham mais influencia estética do que propriamente funcional. 

Hoje em dia, é necessário analisar bem todos os métodos de reconstrução estética. O dente depende do lábio para ter um sorriso, depende da quantidade de osso que o sustenta, depende da simetria com nariz, queixo, olho e até altura do paciente. O sorriso tem que ser bem analisado em um todo.

Muitas pessoas nos procuram porque acham os dentes pequenos. Na maioria das vezes o indicado é uma plástica de gengiva para expor mais os dentes que estavam cobertos, e não a colagem de uma porcelana.

As resinas fotopolimerizáveis são maravilhosas, há variedade de cores e tons, dando a possibilidade de um só dente ter mais de três tons. São muito estéticas e preventivas, pois na maioria dos casos não existe necessidade de desgaste dos dentes para usá-las. O tempo de vida é menor que de uma porcelana, mais se houver uma manutenção periódica, ela se comporta muitíssimo bem.

As porcelanas são lindas. Dão um visual vitrificado e, promovem uma translucidez muito boa nas pontinhas dos dentes. Elas não mudam de cor e nem desgastam facilmente.

O clareamento dental é uma ótima opção.  Não precisa ficar extremamente branco,  precisa dar luz ao sorriso. Se o dente estiver muito destruído, com grandes restaurações, com cor muito diferente, recomenda-se a porcelana, pois a destruição já foi feita.

O sorriso então é analisado em um todo. Às vezes o que você acha que ficaria bom para você, não é o ideal. Existem também as lentes de contato, muitos pacientes querem saber como faz, chegam ao consultório pedindo explicações,porém estas precisam de desgaste dos dentes, mas o sorriso fica perfeito.

Reabilitação Oral

Reabilitação Oral

Ao falar de reabilitação oral, busca-se devolver ao paciente as posições dos dentes, de mordida, de sorriso, de altura de fechamento da boca, que ele perdeu ao decorrer os anos. Por exemplo, transtornos de mordida podem ser gerados por várias perdas de diversos dentes e restaurações malfeitas que alteram e transformam a posição da boca. Os transtornos de mordida podem virar também algo maior, gerando um efeito em cadeia, podendo, consequentemente, fraturar outros dentes e gerar outros problemas.

A reabilitação analisa a situacão completa, busca voltar a uma mastigação natural e uma boa oclusão. Pode levantar os dentes que caíram, fechar os dentes da frente que abriram e depois repor os dentes faltantes. Volta-se posição original. Por vezes, é necessário o uso de aparelho ortodôntico, da restauração dos dentes que foram obturados baixos e colocação de implantes nas áreas dos dentes extraídos.

As dores musculares aparecem pois os músculos estão funcionando e se movimentando de forma errada. Por isso é necessária uma visão e a análise total da situação bucal por um especialista em reabilitação. Para tratar as causas dos problemas

Clareamento dental

Clareamento dental a laser

Ter os dentes brancos e bem cuidados é sinônimo de beleza nos dias de hoje. Cada vez mais prioriza-se o poder de um belo sorriso. Mas é necessário ter cuidado para que não exagere no branco, ficando falso e até mesmo anti-estético. Por isso é necessário que o clareamento dental seja feito em uma clínica especializada e com profissionais competentes.

É  possível clarear de duas maneiras: no consultório ou até mesmo em casa.

Na Clínica ODONTOLEIS é utilizada uma técnica simples, porém eficaz. São feitos moldes em silicone das partes superior e inferior, onde será aplicado um gel. O gel pode ser aplicado durante o período noturno nesse molde e ser utilizado durante oito horas de sono. Ou numa técnica diurna, sendo aplicado uma hora pela manhã e outra hora pela tarde.

Implante dentário

Implante

O implante dentário é um suporte ou estrutura de titânio posicionada cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias.

O implante é um pino que fica dentro do osso. Dentro deste pino há uma espécie de rosca onde é possível parafusar uma peça que irá segurar o dente que foi perdido. Por isso o procedimento constitui em duas partes: a primeira seria o "pino" ou "bucha" (o implante propriamente dito); a segunda seria o dente ou coroa, que será colocada sobre o componente que é rosqueado dentro do implante.

Todo implante é de titânio. O titânio é um metal que atrai o cálcio do osso para sua superfície. Isso ocorre, em média, em três meses. Depois que houve esta osteointegração, o implante fica firme, ou seja, ficou integrado ao osso. Neste período, o osso abraçou o implante e a força da mastigação será suportada.

Após analisado e estudado cada caso e necessidade específica de cada paciente, é selecionado o tamanho de cada implante.

Em casos imediatos, segue a fase da colocação do componente e o dente provisório. O inchaço ocorre sim, mas não há dor, é uma resposta do organismo, Faz parte do processo de reconstrução dos tecidos agredidos.

O tempo de osteointegração do organismo é de três meses, esse é um tempo biológico que o organismo necessita para reconhecer e integrar o implante e deve ser respeitado. Após os 3 meses, é possível fazer a reabertura, ou seja, exteriorizar o implante. Assim é possível rosquear o componente dentro do implante e colocar um implante provisório.

O provisório é uma peça importantíssima. É o provisório que nos dá base para um implante definitivo perfeito. O provisório concede forma a gengiva. É possível modelar para que ela venha a ter o aspecto mais natural. Ele serve como um teste para que quando venha o definitivo já esteja tudo mais encaminhado, já que quando passar para a porcelana não é possível mais mudar.

OUTRAS SITUAÇÕES DE IMPLANTES:

Perda de múltiplos dentes
Nos casos de perdas múltiplas dos dentes, é possível repor um a um. Ou seja, um implante para cada dente perdido. Há algumas condições para que isso aconteça, mas o necessário é que haja a presença suficiente de estrutura óssea e espaço protético para distribuir os dentes perdidos.

Se não houver osso suficiente, será estudada a possibilidade de enxerto ósseo. Se não tiver espaço suficiente, é recomendado pensar em uma opção de ortodontia para buscar estes espaços. Isso tudo deve ser visto antes com um estudo de reabilitação oral. Outra opção que deve ser levada em conta, é a possibilidade de colocar dois implantes para a falta de três ou quatro dentes. Seria a prótese sobre implantes. Neste caso, seriam dentes unidos, e necessário, portanto, o uso de escova interdentais para limpeza.

Perda Total
São os casos mais tradicionais. Na realidade, o objetivo maior neste caso é devolver ao paciente a função mastigatória, a sustentação de músculos do lábio, bochechas e da auto-estima.

A ideia é colocar de doze à quatorze dentes fixos sobre cinco à seis implantes. É necessária uma boa estrutura óssea e pilares fortes para que os dentes recebam esta força. Tudo tem que ser bem estudado.


IMPLANTES IMEDIATOS

Quando se fala em Implantes Imediatos, refere-se ao colocar imediatamente o dente fixado no implante. Neste caso, colocamos o dente provisório sobre este implante recém colocado.

Ao colocar um implante é indispensável que, ao rosquearmos ao osso, exista uma retenção contrária, uma força contra, uma força de resistência óssea. Ou seja, ele tem que entrar apertadinho, para que ele não se mova, para que a retenção primária seja boa.

A diferença entre superior e inferior, é que o superior tem um osso mais esponjoso, por isso mais mole e, na maioria das vezes, é necessário fazer enxerto para colocar os implantes.

A dentadura de cima fixa melhor, então o paciente consegue comer bem. Isso quer dizer, que ele tem força de mastigação razoável, quando receber a prótese sobre os implantes recém colocados, a força é uma força razoável.

É importante ter boa resistência óssea ao entrar estes implantes no osso e os implantes serem longos e grandes. Às vezes é melhor esperar os três meses da osteointegração usando a prótese total antiga e depois ativá-la com a prótese nova fixa.

Quando  é um caso de um o dente fraturado por impacto, ou da coroa sobre ele ter fraturado a raiz, e na imagem radiográfica não existe infecção óssea, pode-se então fazer o implante imediato dentário com carga imediata.

Enxerto ósseo

Enxerto

A odontologia avançou muito com o surgimento dos implantes osteointegráveis e conseguimos resolver problemas de muitos pacientes. Com o crescimento das possibilidades, nos deparamos com os pacientes sem os dentes e sem osso. Para colocar os implantes,  a condição primeira é ter osso no local.

  Ao falar necessidade de enxerto, muitos pacientes se assustam e convencem ao profissional em usar outras técnicas. Só que o problema é físico e arrasador. A técnica de enxerto ósseo é fenomenal.

Há duas possibilidades de proveniência do osso a ser enxertado. A primeira, tirava-se o osso do próprio paciente, para que esse bloco de osso, traga já as células de reconstrução dentro dele. A segunda é utilizar um Banco de Tecidos, onde pacientes doadores nos disponibilizam a sua matriz.

Após a colocação é visível o aumento do lugar enxertado. É só esperar um período de até cinco meses para ele se integrar.

O pós-operatório do enxerto ósseo é ótimo. Sem dor, mas incha bastante devido a presença de um corpo estranho inserido no organismo.

Nos casos mais finos, onde não tem nada de osso, o enxerto é colocado sozinho. Deve-se esperar de 4 a 5 meses para ele se integrar e estar firme para receber os implantes. Este tempo é biológico.

Prótese dentária

Prótese

A prótese dentária funciona como uma substituição de um dente, buscando sempre copiar e chegar mais perto do original. Existem algumas maneiras de repor a perda de um dente com a prótese.


Em caso de perda de um só dente:

O implante é colocado no espaço do dente perdido. Neste caso, podemos pensar nos casos imediatos, onde colocamos o implante e, na mesma intervenção, colocamos o componente com o provisório. O paciente já sai com o espaço preenchido com a prótese dentária provisória.

Após 3 meses é possível trocar o provisório por uma prótese definitiva em porcelana. Ótima opção, pois os dentes vizinhos não sofrem alterações. Os dentes continuam separados um do outro, e é possível passar fio dental entre eles normalmente.

Se o caso for de fratura da raiz do dente, pode-se extrair a raiz fraturada, colocar o implante e imediatamente colocar o provisório. Estes são os casos duplamente imediatos. Para isso, existe algumas exigências, como não ter infecção óssea e não ser em uma área de grande força mastigatória.

Aqui também deve ser respeitado os três meses para colocar a prótese definitiva, para que a gengiva cicatrize bem e que dê a forma perfeita para a porcelana. Se colocar na mesma hora, pode-se errar, pois a gengiva vai desinflamar deixando a desejar os contornos deste novo dente. Por isso a prótese provisória tem que ser muito bem adaptada para que fique perfeita a prótese definitiva.

Se por algum motivo não se pode colocar o implante ou o paciente não quiser fazer o procedimento anterior, há a opção de colocar uma prótese fixa entre os dentes vizinhos.

Neste caso então, é necessário usar os vizinhos como pilares para segurar o dente perdido.  Desgasta-se levemente os dentes, para que estes sejam encapados como uma jaqueta, unida ao dente perdido, que ficará suspenso no ar. Serão três coroas unidas. Apesar de apenas um dente ser perdido é preciso usar os dentes ao lado como suporte


Em caso de dois dentes ou mais

No caso de perder mais de um dente, é possível repor da mesma maneira de um unitário: implantes ou prótese fixa.


Em caso de perda total dos dentes  

Em caso de perda total dos dentes há a opção de uma prótese total, seja da parte superior ou inferior. A ideia inicial das próteses totais foi de devolver aos pacientes sem dentes na parte inferior, a possibilidade de retomar a mastigação. Há a necessidade de volume ósseo e de gengiva para manter a dentadura. Já a prótese superior, devido ao palato, segura melhor, prendendo ao céu da boca. Pensando nas distribuição de forças, calculou-se que o uso de quatro à seis implantes inferiores seria apropriado para segurar uma prótese  de doze à quatorze dentes. Afinal, o osso da mandíbula é um osso duro, cortical e perfeito para ancorar estes implantes.

Na parte superior, o osso é mais vazio, mais esponjoso, e necessitaria de seis à oito implantes para a mesma quantidade de dentes. Essa seria uma média, mas a quantidade varia com a altura destes implantes e da qualidade deste osso. Em geral, quanto mais implantes ou pilares, mais forte será a prótese e mais longevidade.

Existem duas maneiras de fazer esta prótese fixa, tanto superior quanto inferior:

As duas alternativas são eficazes para reabilitar os casos de perda total dos dentes. Antes de escolher um dos procedimentos  é  necessário o estudo inicial, o diagnóstico do caso e o prognóstico. Seguir as etapas é fundamental.

Aconselha-se sempre fazer uso de um provisório antes de confeccionar o definitivo. Caso o paciente utilize uma dentadura comum, é sempre bom instalar sobre os implantes um provisório, para que possa ver a estética antes, fazer a escolha do tamanho dos dentes, e aprender a falar novamente.

A partir do provisório é possível aumentar, diminuir, trazer para frente para sustentar mais os lábios até se adequar as necessidades do cliente, tanto funcionais como estéticas.

Ortodontia

Ortodontia

Dentro das especialidades da odontologia, a Ortodontia é a que cuida dos problemas e consequências do inadequado posicionamento dos dentes e dos ossos maxilares.

Depois de ter analisado o paciente como um todo, como falamos em reabilitação oral, na maioria das vezes, nos casos de perda de dentes é imprescindível o uso de aparelhos ortodônticos antes de fazer qualquer implante.

Os dentes que caíram e  os dentes tortos, devem ser reposicionados para que possamos colocar os implantes no lugar devido. Além disso, dentes mal posicionados afetam a função mastigatória, além de serem difíceis de limpar, o que pode causar a perda precoce, por conta da deterioração e as doenças periodontais.

Hoje encontramos no mercado aparelhos fixos metálicos bem pequenos e fáceis de usar. Existe também os aparelhos ortodônticos em porcelanas que são mais discretos.

Dentes que não se encaixam e tortos podem também causar estresse nos músculos de mastigação, podendo levar a dores de cabeça, síndromes da ATM e dores na região do pescoço, ombros e costas, sem falar na aparência estética, que fica prejudicada.

Existem ainda os aparelhos autoligados, que também são de metal, porém sem o uso de elásticos, o paciente vem ao consultório com um espaço de tempo maior , os aparelhos invisíveis, que são placas transparentes, super estéticos e o tratamento é mais rápido e prático.

Um tratamento ortodôntico faz bem para a saúde bucal, higiene oral e para aparência estética do rosto. Embora seu resultado seja mais rápido e consistente em pacientes jovens, é também indicada para pacientes em idade adulta e idosos, sem problema algum. O objetivo é diferente para cada caso.

Odontopediatria

Odontopediatria

A odontopediatria é o ramo da odontologia que cuida da saúde bucal das crianças. Hoje sabemos que o grande medo que as pessoas têm de enfrentar a cadeira do dentista é devido às experiências negativas que tiveram quando crianças. Por esse motivo, o trabalho do odontopediatra é tão importante.

São eles os responsáveis pela higiene não só das crianças que já tem dentinhos, mas também dos bebês e das gestantes. Aliás, as mães devem procurar esses profissionais ainda durante a gravidez, enquanto ainda tem um tempinho sobrando, para se informar sobre os cuidados que devem ter a partir do nascimento.

O tratamento para crianças também requer cuidado especial. Os pequenos precisam de maior atenção e psicologia para que a visita ao dentista não vire uma tortura. O ambiente também deve ser atrativo, ajudando a criança a se sentir confiante e descontraída.

É importante que os pais conversem com o odontopediatra sobre qualquer experiência ruim que a criança tenha tido para que o profissional saiba ajuda-lo a lidar com esse medo de modo que o tratamento ocorra da melhor maneira possível.

Odontogeriatria

Odontogeriatria

Odontogeriatria é o ramo da odontologia que enfatiza o cuidado bucal da população idosa, especificamente participando da promoção do envelhecimento saudável, através de procedimentos preventivos, curativos e paliativos.

Diversas são as mudanças que ocorrem com o envelhecimento em todo o organismo. Na boca podemos notar, entre outras coisas que:

  • As mucosas ficam mais sensíveis e finas;
  • As colorações dos dentes podem mudar;
  • Pode ocorrer a diminuição da quantidade de saliva;
  • Diminuição na percepção dos sabores o que pode levar ao alto consumo de temperos na alimentação e agravar problemas como diabetes e pressão alta.
  • O aumento do número de idosos vem sendo constatado no mundo inteiro, dada a melhoria na qualidade de vida, somado ao avanço da ciência e tecnologia aplicadas na área da saúde. No Brasil, as projeções estatísticas do IBGE indicam que, entre 1950 e 2025, a quantidade de idosos aumentará 16 vezes contra cinco vezes da população total.

    Com a odontogeriatria, os cirurgiões dentistas poderão obter mais conhecimentos e atender ao idoso de forma mais direcionada e profunda. Conseguindo diferenciar o que faz parte do envelhecimento normal ou não, indicar tratamentos e propor soluções.

    Periodontia

    Periodontia

    Ao falarmos em Periodontite, entende-se que existe uma inflamação no dente. Essa inflamação pode ser branda ou muito severa.

    Os dentes tem um movimento devido a milhões de "elásticos". São eles que fixam o dente ao osso. Cobrindo tudo isso, vem a gengiva. A gengiva é o revestimento do osso e de todo esse complexo da raiz. A coroa fica para fora, que é o dente propriamente dito. A gengiva entre a raiz e a coroa tem uma fibra grande que não deixa nada entrar para dentro da raiz.

    Na boca, por sua vez, tem várias bactérias, boas e ruins. Tudo em equilíbrio para ter uma boa saúde bucal. As boas tem umas funções, mas as bactérias ruins também tem funções importantes, mas consideramos ruins devido a sua agressividade.

    As bactérias são oportunistas e quando há alimento em volta do dente, elas aproveitam. Se multiplicam, e formam uma colônia. Esta colônia vai aumentando com o tempo, as partes sólidas da saliva vão parando ali, outras bactérias também se juntam e está feita placa bacteriana.

    O sangramento se dá porque há resíduo, as bactérias estão se proliferando e o ambiente fica mais ácido. O processo aumenta e pode ser resolvido através de uma boa limpeza.

    Gengivite é o processo e vai aumentando e essa placa que antes era branca e mole, vai ficando escurecida devido as cores dos alimentos e bebidas, e começa a endurecer e aderir a parede do dente.

    A inflamação aumenta proporcionalmente ao aumento da placa ou tártaro.

    O osso começa a se reabsorver. O processo vai agravando e se dá inicio à uma periodontite. Quando já está no ponto da periodontite é necessário que seja feita raspagem periodontal. Essa raspagem retira todo tártaro em volta do dente, e precisa ser feita por um especialista.

    Caso esse procedimento não seja feito corre o risco de expor a raiz, que aumenta cada vez mais a sensibilidade, podendo gerar problemas nos ossos também. A gengiva desinflama, mas as retrações ficam visíveis e sensíveis. Se o caso for severo, o dente começa a ter mobilidade. A falta de sustentação óssea leva o dente a mobilidade.

    Se não for tratado o dente pode ser perdido. Se a gengiva estiver sangrando é sinal de uma inflamação periodontal devido as placas.

    Endodontia (ou tratamento de canal)

    Endodontia Endodontia Endodontia

    Endodontia é a especialidade da odontologia responsável pelo estudo da polpa dentária, de todo o sistema de canais radiculares e dos tecidos periapicais, bem como das doenças que os afligem. Em casos de alterações por cárie, fraturas dentárias, trauma dentário, trauma ortodôntico, lesões endo-periodontais, necessidades protéticas e outras patologias endodônticas, o tratamento endodôntico (ou o tratamento de canal) está indicado, visando a manutenção do dente na cavidade bucal, e a saúde dos tecidos periapicais

    O endodonto é representado pela: polpa, dentina, cavidade pulpar. Justificamos tal definição, mesmo embriologicamente, pois dentina e polpa têm origem no folículo dental, enquanto o cemento e o espaço periodontal se diferenciam a partir do saco embrionário (dental), em torno dos quais desenvolvem a parede e osso alveolar.

    Assim sendo, dentina e polpa são considerados como aspectos diferentes de um mesmo tecido que mantêm entre si íntima relação histológica, fisiológica, histopatológica e fisiopatológica caracterizando o chamado complexo polpa dentina


    Cavidade pulpar

    A cavidade pulpar é o espaço presente internamente no dente, limitado em toda sua extensão por dentina, exceto ao nível do forame ou foraminas, ou forames apicais. Tem forma aproximada do exterior do dente, não apresentando a mesma regularidade, por possuir saliências, reentrâncias e fendas, consequentes da deposição de dentina reacional ou secundária.


    Polpa

    Esboço extremamente simplificado das etapas de um tratamento endodôntico A polpa dentária é um tecido conjuntivo especializado, localizado no interior do dente, que está interligada de tal modo com o tecido duro que a enclausura (a dentina) é comumente designada pelos especialistas de complexo dentina-polpa. Ela é constituída por um tecido colaginoso frouxo; que embebe artérias, veias, nervos, células de defesa, fibroblastos, odontoblastos e células desdiferenciadas, e sua função primordial é tornar o órgão dentário reativo a estímulos (como agressões e mudanças de temperatura). No corpo humano não existe a condição de isolamento de nenhum dos tecidos do corpo. A polpa radicular se é coberta por uma camada denominada cemento, que é sustentada e liga através do forame apical, dos túbulos dentinários e canais laterais interligada ao Periodonto de sustentação, que são as estruturas que mantém o dente no seu alvéolo, dentre as quais, relaciona-se diretamente com o ligamento periodontal e o osso alveolar.


    A inflamação e o processo de mortificação pulpar

    A inflamação é um processo biológico de resposta à estímulos agressores, que busca a sua eliminação e o reparo das estruturas submetidas. Suas características são evidenciadas tanto micro quanto macroscopicamente.

    Microscopicamente o dano celular ativa substâncias e partículas que exercem função de "avisar", ou melhor "intermediar", junto ao organismo, a presença de um dano, um corpo estranho ou uma substância estranha: são os mediadores químicos da inflamação. Esse é um processo muito complexo que envolve os leucócitos e sua capacidade de morfogênese e de emigração para o local do estímulo inflamatório.

    Macroscopicamente temos o aspecto vascular, em que há vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos), hiperemia (aumento no afluxo sanguíneo),e aumento da permeabilidade vascular. Em decorrência (porém simultâneo) a esta, existe um aspecto exsudativo, que consiste no edema (inchaço), o exsudato purulento (o pus) e desorganização das fibras colágenas.

    Na Polpa, todos estes processos estão localizados em um ambiente muito restrito e sem elasticidade, constituído pelo esmalte, dentina e cemento, causando dor de caráter agudo ao portador devido à compressão do tecido nervoso causada pelo edema e pela característica não-elástica do tecido circunvizinho. Deste modo os distúrbios de aspecto vascular, principalmente a hiperemia e edema, causam uma dificuldade na oxigenação no tecido pulpar principalmente por dificultar o retorno venoso levando a morte do tecido pulpar por hipóxia (diminuição de oxigênio no sangue).


    Patologias decorrentes da mortificação pulpar

    A proporção em que a reação inflamatória progride, a lesão que era essencialmente dentária passa também para a região circunvizinha ao dente, e o exsudato vai sendo colecionado num abscesso periapical. A partir daí têm-se muitas possibilidades: O abscesso pode perpetuar-se lentamente frente a estímulos de baixa intensidade e se transformar numa lesão crônica como o cisto radicular.

    A lesão poderá evoluir rapidamente de maneira a perfundir os tecidos duros até as fáscias, gerando transtornos mais sérios como o abscesso subperiósteo, empiema maxilar, linfadenopatia, celulite, septicemia e até mesmo a angina de Ludwig, que pode ser fatal se não tratada adequadamente.

    Em alguns casos, em que o operador ao realizar o tratamento de canal não fizer a desinfecção gradual do mesmo, pode ocorrer um fenômeno denominado:"flare up" ou abcesso "fênix" que consiste na agudização de um abcesso crônico. Isso não é incomum de ocorrer e provoca grande desconforto para os pacientes entre as seções endodônticas.

    O tratamento endodôntico consiste em variadas manobras técnicas que visam restabelecer a normalidade dos tecidos dentais, ou pelo menos manter a estrutura dura em seu alvéolo sem presença de inflamação ou infecção. Por isso, o tratamento de canal é apenas uma parte deste, em que baseia-se em remover todo o tecido, vivo ou não, da câmara pulpar e do sistema de canais radiculares presente nas raízes selando-os em seguida.

    Os avanços tecnológicos na Odontologia, a atualização das técnicas de procedimentos e fazendo uso dos mais potentes e eficazes anestésicos, fazer um tratamento endodôntico, do ponto de vista do paciente, tornou-se uma prática completamente indolor.

    Dentre as manobras podemos destacar, em ordem de complexidade, o tratamento expectante, a curetagem pulpar, a pulpotomia, a pulpectomia e o tratamento cirúrgico (cirurgia parendodônticas).


    Tratamento expectante

    É a manobra mais conservadora do tratamento endodôntico, em que consiste sempre na remoção do tecido cariado, a proteção do complexo dentina-polpa, e o selamento provisório da cavidade. Vários são o materiais que podem ser utilizados pelo Cirurgião Dentista (ou Médico Dentista ou Médico Estomatologista em Portugal) o mais indicado é o Hidróxido de Cálcio P.A, mas é de consenso geral que, o mais importante é preservar a estrutura biológica do estímulo que vem gerando a alteração pulpar.


    Curetagem pulpar

    Consiste na remoção superficial da polpa coronária (presente na coroa do dente) que eventualmente tenha sido exposta durante o tratamento conservador, potencialmente contaminado por microrganismos do meio bucal.


    Pulpotomia

    A pulpotomia é a remoção da polpa presente na câmara pulpar. Neste caso preserva-se o tecido pulpar que está nos condutos radiculares (canais). Devido a isso, a pulpotomia está indicada somente em casos que a lesão inflamatória restringe-se a uma pequena porção da polpa coronária. Em crianças é onde se encontram os maiores índices de sucessos neste tratamento, devido ao fato do tecido pulpar não estar completamente amadurecido. Existe uma grande índice de insucessos na pulpotomia, tais como mortificação pulpar ou formação de cálculos pulpares, o que restringe a técnica mais a dentes jovens. A pulpotomia está indicada principalmente, na Odontopediatria


    Pulpectomia

    É o tratamento de canal comumente conhecido. Consiste em despolpar totalmente o dente; higienizar as paredes internas e a luz dos canais; modelar e selar, de modo o mais hermético possível, o sistema de canais radiculares com guta-percha (derivado de resina vegetal).

    A pulpectomia é considerada um procedimento complexo, onde tamanho do campo operatório, o comprimento do dente, a anatomia do sistema de canais radiculares e a fadiga dos instrumentos de corte contribuem para as dificuldades técnicas deste procedimento.


    Tratamento Cirúrgico

    O tratamento cirúrgico está indicado em casos de falhas anteriores no tratamento endodôntico, em perfurações acidentais, presença de lesões refratárias (não respondem ao tratamento endodôntico convencional), em alguns casos de fratura de instrumentos e a presença de próteses extensas que do ponto de vista estético e funcional estejam satisfatórias.


    Preparo do canal radicular

    Após o diagnóstico clínico, o dente é preparado para o tratamento endodôntico (anestesia, isolamento do campo operatório, anti-sepsia do campo). É realizada a abertura do dente, com o uso de brocas apropriadas, para o acesso ao canal. Em seguida inicia-se o preparo do canal radicular alargando a entrada até o terço médio do dente. A limpeza e a modelagem do canal radicular devem atingir uma profundidade, que é determinada pela medição do comprimento do dente (odontometria). A limpeza e modelagem do sistema de canais radiculares se faz pelo uso de instrumentos endodônticos manuais (aço inoxidável ou NiTi). Outra possibilidade mais recente é o emprego de instrumentos rotatórios os quais são acionados por motor especial de baixa rotação , que apresentam regulagem limite de torque, o que da mais segurança ao procedimento , diminuindo a probabilidade de fratura do instrumento (limas). Atualmente essa etapa encontra-se tão evoluída que se usa apenas um instrumento rotatório para realizar todo o procedimento de instrumentação, onde antes se usava de seis a mais de dez limas, uma única lima (wave one) limpa e formata o canal para que este possa ser fechado (obturado), é a ciência colaborando cada vez mais para o tratamento de canal ser feito em uma sessão como a grande maioria das práticas cirúrgicas.

    Faça contato conosco hoje mesmo!

    consulta

    Contato

    Fale Conosco

    Nos envie uma mensagem ou ligue para +55 (11) 5531-2467

    trocar a imagem